TEV – Tromboembolismo Venoso

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O tromboembolismo venoso (TEV) inclui a trombose venosa profunda (TVP) e o tromboembolismo pulmonar (TEP), duas manifestações de uma mesma doença. Este vídeo traz uma breve descrição do quadro clínico, do diagnóstico e do tratamento de cada uma dessas condições feita pelo Dr. Eduardo Ramacciotti, cirurgião vascular da Santa Casa de São Paulo e da Universidade Loyola de Chicago (EUA).

A anticoagulação é parte fundamental do manejo do TEV, com objetivos de prevenir a embolização, às vezes fatal, reduzir a progressão dos trombos, prevenindo recorrências, dissolver ou remover coágulos, prevenindo a disfunção valvular (síndrome pós-trombótica), limitar o inchaço progressivo para prevenir síndromes compartimentais e prevenir sangramentos.

Os anticoagulantes disponíveis para essa finalidade incluem as heparinas não fracionadas (HNF), heparinas de baixo peso molecular (HBPM), como a enoxaparina, fibrinolíticos para os casos mais graves, anticoagulantes orais diretos (DOACs) e antagonistas da vitamina K (como a varfarina). No início do tratamento, a opção mais utilizada é a HBPM. Assim, o Dr. Ramacciotti descreve no vídeo o regime posológico de HNF ou HBPM recomendado para o tratamento inicial do TEV e a transição subsequente para um antagonista da vitamina K ou um DOAC.

Em outro vídeo, o Dr. Eduardo Ramacciotti aborda a profilaxia do TEV. Estima-se que 1,5 milhão de casos de TEV ocorra a cada ano no Brasil, dos quais 200 a 300 mil estão associados ao câncer.

Em cirurgias ortopédicas maiores, a incidência de TVP é bastante elevada: na cirurgia de prótese total de quadril, é de cerca de 40%; na de prótese total de joelho, pode chegar a 80%. Por isso, esses pacientes são considerados de alto risco para TEV, com recomendação de profilaxia. Veja no vídeo a posologia e o tempo recomendados para o regime profilático nesses dois procedimentos.

Em pacientes hospitalizados por condições clínicas, o alto risco para TEV em geral está associado à insuficiência cardíaca congestiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, infecções ou câncer. O Dr. Ramacciotti também explica a dose e a duração do regime profilático para esses casos.

Quanto à profilaxia do TEV nos casos cirúrgicos em geral, os pacientes são divididos em baixo, moderado e alto risco, cada grupo com as indicações correspondentes de regime posológico e duração.

28/10/2021

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