TEV – Tromboembolismo Venoso no Paciente Oncológico

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Pacientes com câncer têm maior chance de desenvolver tromboembolismo venoso (TEV) por apresentarem com frequência os fatores da chamada tríade de Virchow: lesão endotelial (notadamente nos tabagistas), estase venosa (inclusive por compressão tumoral, entre outras causas) e um estado de hipercoagulabilidade decorrente da liberação de fatores protrombóticos pelas células cancerosas. Assim, a presença de processo neoplásico por si só já caracteriza alto risco de evento tromboembólico em pacientes internados.

No vídeo da Dra. Ariane Vieira Scarlatelli Macedo, coordenadora nacional da Cardiologia Oncológica da Rede D’Or São Luiz, você vai encontrar o manejo desses casos. Além de descrever as principais manifestações clínicas da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP), a cardiologista aborda a estratificação de risco e a prevenção de fenômenos tromboembólicos no paciente com câncer.

Prosseguindo, são descritos os regimes recomendados para a prevenção do TEV nesses pacientes, com o uso de heparina não fracionada, heparina de baixo peso molecular, como a enoxaparina, e fondaparinux, embora algumas diretrizes internacionais façam certas restrições a esta última opção para o paciente oncológico.

20/10/2021

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